Museus
do Vaticano
Os primeiros museus vaticanos tinham os acervos de imagens
que eram guardadas e expostas sob o reinado de Julio II
no “Pátio das Estatuas”, hoje o “Pátio
Octógono”. O esquema de coleções
de arte em lugares acessíveis ao público
foi idéia de Clemente XIV e Pius VI. Pius VII expandiu
a idéia, criando o Museu Chiramonti, o Brazo Nuovo
e a Galeria Lapidaria.
Gregório XVI fundou o Museu Etrusco com 1837, com
tesouros encontrados nas escavações ao sul
da Etruria em 1828. Também fundou o Museu Egípcio
em 1839, com monumentos egípcios encontrados nas
escavações no Egito e as distribuídas
na Galeria de Arte Clássica e no Museu Capitolino.
Sob o papado de Pius X, em 1910, foi adicionada uma sessão,
com 137 escritos de antigos cemitérios hebraicos
de Roma, que foram doados pelo proprietário das
terras, o Marquês Pellegrini-Quarantotti.
Há também outras partes do Museu, como a
Galeria dos Tapetes (coleção de tapetes
de diversas fábricas, dos séculos XVI e
XVII); a Galeria de Mapas; as salas Sobieki e a da Concepção
Imaculada; a Capela Cistina, chamada assim em homenagem
ao fundador, Sixtus IV, e um dos mais famosos cartões
postais do Vaticano; o Apartamento dos Borgias, os quartos
antigos de Alexandre VI, reformado e abertos ao público
em 1897; a Galeria de Quadros do Vaticano, criada por
Pius XI em 1932 no Palácio, próximo a entrada
dos Museus.
Em 1973 a Sessão de Arte Religiosa Moderna foi
criado, inaugurado por Paulo XI em 23 de junho do mesmo
ano. O Museu Histórico fundado em 1973, foi transferido
em 1987 para o Apartamento Papal do Palácio de
Letrán, e inclui uma série de iconográficos
dos Papas, além de objetos da unidade Militar Pontifícia
e a Capela e a Família Papal, mesmo as posições
hoje em dia suprimidas, e uma documentação
do cerimonial em desuso.
Vaticano
Roma
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